quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Você realmente serve a Deus?
Trecho do livro "Curados para amar" de monsenhor Jonas Abib
Nossa vida de oração
Se somos filhos – e o somos! – precisamos estar constantemente na casa do Pai, pois o lugar dos filhos é em casa junto do Pai. Jesus é este que sempre se encontra retirado em profunda oração a Deus.
E o que é a oração? Os discípulos querem aprender e perguntam ao Senhor Jesus como rezar. A oração é o colóquio de amor entre duas pessoas que se amam; é o diálogo mais profundo da vida e da alma com Deus, na certeza de que podemos derramar a nossa vida – com tudo que ela compõe – na presença do Deus-amor.
A essência da minha oração jamais será a fidelidade – sempre estou em oração. Jamais será a piedade – estar todo inteiro na oração. Tudo isso é consequência da oração. A essência da oração é a verdade, a minha verdade acerca de tudo aquilo que sou, vivo e estou sentindo. Na verdade, reza quem toma a atitude de rasgar as vestes na presença do Senhor. Os maiores homens e mulheres da Sagrada Escritura sempre tomaram a decisão de rasgar as vestes diante de Deus Todo-poderoso. O que significa rasgar as vestes? Significa desnudar-se diante de Deus Pai; significa arrancar as máscaras de hipocrisia diante do Senhor, igualzinho o publicano que sobe ao templo para rezar.
Diante do Senhor, o assunto que Ele quer tratar conosco não é sobre as nossas qualidades, os nossos dons, sobre o que temos de maravilhoso e santo. Tudo isso, no máximo, o Senhor quer que venhamos a agradecer e a colocar a serviço dos irmãos, pois tudo isso veio d’Ele; é graça, é dom. O assunto que o Senhor quer falar conosco é sobre tudo aquilo que está em nós que não veio d’Ele – nossos pecados, nossas misérias, nossas infidelidades, nossas feridas… Pois Ele quer transformar tudo isso – ao curar o nosso coração – em dom, em carisma, em vida para dar vida aos outros.
A oração de Nosso Senhor Jesus Cristo era constituída de um polo totalizante, ou seja, Ele rezava a vida toda e toda a vida. Tudo era oração para Cristo; tudo era matéria-prima de encontro com o Pai. O carro-chefe da nossa oração é a confiança. Jesus confia no Pai, ou seja, Ele quer nos ensinar que do Pai só pode vir o que há de melhor para a nossa salvação e realização. Devemos confiar, pois pode um pai dar coisas más para os filhos? Se o pode, nos convençamos de uma coisa: este é tudo, menos pai, pois do pai – se este é pai de verdade – só pode vir coisas maravilhosas.
Todavia, o "vaso", que colherá todas estas maravilhas e que o Pai derrama sobre Seus filhos, chama-se confiança. Com confiança, peçamos e receberemos. Jesus, eu confio em Vós!
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Os Povos citados na Bíblia:Os zelotas
O partido dos zelotas era formado por pessoas pertencentes à classe dos pequenos camponeses e das camadas mais pobres da sociedade, que estavam sendo massacrados por um sistema fiscal impiedoso.
O radicalismo dos zelotas provinha do desejo de expulsar os dominadores romanos, através de uma luta armada. O fundamento que sustentava essa luta nacionalista era de cunho religioso: queriam instaurar na Palestina um Estado onde DEUS fosse o único rei, representando por um descendente de Davi, o Messias. Os zelotas estavam convencidos de que a aceitação de uma dominação estrangeira e o pagamento dos impostos a um soberano estrangeiro era uma blasfêmia contra DEUS.
Embora sendo uma minoria, os zelotas formavam um grupo muito ativo; os Judeus e os romanos os consideravam subversivos. Usavam táticas que se assemelham muito às de terroristas modernos: atacavam e matavam estrangeiros e também Judeus suspeitos de colaborar com os romanos. Um grupo deles chegou a organizar uma espécie de guerrilha urbana; usavam um punhal que sempre traziam escondido sob o manto e, por isso, eram chamados de “sicários” (apunhaladores).
Provavelmente pelo menos um dos apóstolos de JESUS pertenceu ao partido dos zelotas: Simão (cf. Lc 6,15; At 1,13). Simão Pedro, às vezes, parece adotar idéias e até métodos zelotas.
Salário: como utilizar bem dessa providência
O orçamento familiar não é apenas “anotar despesas realizadas”: é algo que envolve planejar, eleger prioridades e controlar o fluxo de caixa. Além disso, é uma ferramenta que ajuda a entender nossos hábitos de consumo. É uma oportunidade para a família refletir sobre os projetos de vida e objetivos comuns, a fim de que todos caminhem numa única direção, possibilitando o crescimento da unidade familiar.
É também um instrumento para aprendermos a esperar e a escolher o melhor; não de forma individual, mas coletiva, levando-nos a pensar e a buscar o melhor para toda a família. Logo, controle financeiro não é algo que apenas as famílias de classe alta precisam fazer. Essa não é uma tarefa fácil, mas não é impossível. Entretanto, exige disciplina e muita disposição para fazer eventuais ajustes, além de caderno, lápis e calculadora.
Precisamos compreender que todas as nossas escolhas – desde as menores até as maiores – decidem não só quais serão as nossas ações, mas, sobretudo, quem estamos sendo. E essa é uma questão fundamental. A mídia promove os produtos e muitos se deixam levar por ela, exagerando nos gastos. Além da mídia, um ponto perigoso é o desejo de status, ou seja, o desejo de imitar os outros, de ter o mesmo que os outros. Também existem aqueles que gastam muito por fuga ou por compensação, ou seja, por questões psicológicas. E outros ainda que querem oferecer aos filhos tudo que não tiveram na infância...
Em todos esses casos, sem disciplina, não há renda que suporte. Portanto, o primeiro passo é cada um identificar se faz compras por necessidade ou por compulsão. Entre os “sintomas” da compulsividade está a falta de organização, isto é, dificilmente você anota o que gasta com seus compromissos.
Precisamos entender que o desejo incontrolável de gastar pode ser uma doença, que pode ser superada com tratamento psicológico e medicação. Mas é fundamental que a pessoa reconheça que está enferma e precisa de ajuda.
A chave do sucesso do seu planejamento reside na sua capacidade de criar uma estrutura sustentável que equilibre receitas e despesas e permita que você administre o inesperado e poupe.
Fazer orçamento familiar é uma questão de sobrevivência. Por isso, precisamos saber elaborá-lo.
Denis Duarte
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Para o relacionamento a palavra-chave é superação
A primeira fase do relacionamento é o encantamento, porque é a fase inicial, quando se conhece a pessoa, no caso do pai ou da mãe quando vê o filho recém-nascido, eles “babam” de encantamento. Quando um casal começa a namorar é a mesma reação, tudo leva a olhar com amor, a querer bem, os defeitos ficam totalmente obscurecidos pela paixão, é um encantamento. O mesmo acontece com todos os tipos de relacionamentos humanos.
Com o passar do tempo, as pessoas, principalmente as que vivem juntas, começam a se ferir com os desencontros de opiniões, as discussões, os desencontros e brigas, palavras colocadas inadequadamente, egoísmos. É a fase do sofrimento. Amar nos provoca muito sofrimento e também fazemos sofrer a quem mais amamos. E é natural que isso aconteça, porque a pessoa traz em si misérias e pecados que acabam se revelando no processo de comunicação; em meio às virtudes, que todos temos, estes pecados sempre acabam provocando sofrimento nas pessoas com quem convivemos.
O relacionamento chega ao ápice da crise quando a pessoa amada se mostra totalmente o oposto do que havíamos sonhado [que ela fosse]. Isso porque nós temos a facilidade de idealizar as pessoas e construir “castelos de areia” sobre o que imaginamos que elas sejam ou possam ser. Na fase da decepção, quando tudo isso cai por terra por traições físicas ou espirituais, resta um grande vazio no relacionamento e há a vontade de desistir de tudo por conta da quebra de qualquer expectativa de possibilidade de viver com essa pessoa que nos decepcionou profundamente; fato este que gera mágoas e ressentimentos enormes e uma verdadeira crise. Todos nós já decepcionamos alguém e fomos decepcionados no processo de vida em comum.
Vejo que a crise (e no casamento acontecem muitas) é também muito importante para o crescimento espiritual do casal. Porque só se cresce a partir de crises. A este crescimento eu chamo de superação, que é a fase madura do relacionamento. A superação é a recuperação da fase do encantamento por meio de atitudes de acolhimento da fraqueza da outra pessoa. Num relacionamento dilacerado pelas fases intermediárias (sofrimento e decepção) a superação é a busca de um novo entendimento, visando uma nova relação humana, pautada no conhecimento profundo, sem máscaras ou fingimentos.
Superação é a “palavra-chave” do relacionamento, pois ninguém se exime de viver a decepção e o sofrimento provocado pelo outro. O caminho que proponho é buscar o diálogo a cada momento, visando superar tudo isso e reavivar o amor, tendo como premissa o amor de Deus, que é grandioso, que perdoa sempre e supera nossa humanidade ferida pelo pecado, dando-nos a cada dia uma nova chance, um começar tudo de novo, com a alma lavada pelo Seu Sangue e totalmente perdoada. Olhando para esta atitute do Senhor dê passos para viver essa superação em seus relacionamentos humanos.
Deus o abençoe!
Diácono Paulo Lourenço
A missão de educar os filhos
"O papel dos pais na educação dos filhos é tão importante que é quase impossível substituí-los". E que: "O direito e o dever de educação são primordiais e inalienáveis para os pais" (CIC n. 2221; FC 36).
Para isso os genitores devem criar um lar tranquilo para os filhos, no qual a ternura, o perdão, o respeito, a fidelidade e o serviço desinteressado sejam cultivados. Nele a abnegação, o reto juízo, o domínio de si devem ser cultivados, para que haja verdadeira liberdade.
Diz o livro do Eclesiástico:
"Aquele que ama o filho castiga-o com frequência; aquele que educa o seu filho terá motivo de satisfação" (Eclo 30, 1-2). Esse "castiga-o com frequência" deve ser entendido como "corrige-o com frequência". E São Paulo lembra que os pais não podem humilhar e magoar os filhos ao corrigi-los: "E vós, pais, não deis a vossos filhos motivo de revolta contra vós, mas criai-os na disciplina e na correção do Senhor" (Ef 6,4).
E é bom lembrar aos genitores que saber reconhecer, diante dos filhos, os próprios defeitos não é humilhação, mas sim, coerência, e isso facilita guiá-los e corrigi-los, como ensina o próprio Catecismo da Igreja Católica (n. 2223).
"Os filhos, diz o Catecismo, por sua vez, contribuem para o crescimento de seus pais em santidade. Todos e cada um se darão generosamente e sem se cansarem o perdão mútuo exigido pelas ofensas, as rixas, as injustiças e os abandonos. Sugere-o a mútua afeição. Exige-o a caridade de Cristo" (CIC n. 2227; Mt 18,21-22).
O apóstolo São Paulo também ensina como a família deve viver para fazer a vontade de Deus:
"Filhos, obedecei a vossos pais segundo o Senhor; porque isso é justo. O primeiro mandamento acompanhado de uma promessa é: 'Honra teu pai e tua mãe, para que sejas feliz e tenhas longa vida sobre a terra' (cf. Dt 5,16). Pais, não exaspereis vossos filhos. Pelo contrário, criai-os na educação e doutrina do Senhor" (Ef 6,1-2).
Para educar bem os filhos é preciso ter tempo para eles; colocá-los entre as nossas prioridades; gastar o tempo com eles. Sem estar na presença deles é impossível educá-los, por isso é uma atividade que exige observação e atuação. E para educá-los é preciso acolhê-los e acolher seus amigos; não empurrá-los para fora de casa. Acima de tudo é preciso saber conquistá-los, não com o que se dá a eles, mas como se é para eles. Os filhos precisam sentir um santo orgulho dos pais pela sua grandeza, pela sua maneira correta de agir, de falar, de lhes tratar, de se dedicar a eles. Sem isso não é possível educá-los bem.
É preciso corrigir os filhos, mas isso precisar ser feito com jeito, com carinho, com palavras corretas, sem nervosismo, na hora e no lugar certo, e jamais na presença dos irmãos e de outras pessoas porque isso os humilha. E um filho humilhado pelo pai e pela mãe não ouvirá os conselhos destes.
Felipe Aquino
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Quanto custa um deputado?
VERBA DE GABINETE
Cada um dos 513 deputados federais possui esta verba mensal para gastar com material de escritório e pagar até 25 assessores parlamentares. Os deputados federais brasileiros estão entre os que podem contratar mais gente.
É para gastos com gasolina, comida, hospedagem, aluguel de escritório (sim, além dos que eles têm no Congresso) e consultorias - sendo que consultoria pode ser qualquer coisa que os deputados decidirem chamar de consultoria.
Além do 13º, há mais dois salários extras no início e no fim do ano legislativo, para dar uma força.
MAIS QUE O LULA
Não admira que deputados se achem importantes: ganham mais que o presidente.
A ajuda no aluguel vale até para deputados do Distrito Federal. A alternativa seriam apartamentos funcionais, que acabam repassados a assessores e parentes.
COTA POSTAL E TELEFÔNICA
É preciso muito correio e DDD para contatar as bases. A cota também pode incluir a conta da banda larga.
IMPRESSÕES E ASSINATURAS: R$ 1 000
Além de imprimir o que acharem necessário, nossos representantes têm uma grana para assinar jornais e revistas.
PASSAGENS
Deputados ganham viagem ida e volta de Brasília para o estado que representam. São R$ 9 mil por mês que não precisam de justificativa - pode ser convenção partidária ou festa junina.
ASSISTÊNCIA MÉDICA
O deputado e sua família podem pedir reembolso ilimitado de gastos com saúde. Em 2009, a Câmara gastou R$ 50 milhões com médicos e dentistas: deu R$ 8 mil para cada.
CÂMARA INDISCRETA
Comparação do custo de um deputado federal com a riqueza média gerada por um cidadão em alguns países.
Fontes: ONG Transparência Brasil e Câmara dos Deputados
Revista Superinteressante
Servir e aceitar o outro
Jesus – muito bem dito isso pelo apóstolo Paulo aos Filipenses – mostrou o itinerário de como sermos grandes, ou seja, o Senhor não se apegou à Sua condição divina, mas assumiu a humanidade de todos nós e esvaziou-se, sendo obediente até a morte e morte de cruz. Este é o caminho.
Na Igreja de Jesus existe – caso contrário seria anarquia – a disciplina e a autoridade; para Cristo, e consequentemente para a Igreja, a autoridade significa serviço, doação da vida aos outros. O maior é aquele que serve, pois há mais alegria em dar do que em receber.
Hoje em dia, muitas pessoas se encontram cegas pelo poder, achando que o poder seja capaz de fazê-las felizes. Pura ilusão, pois a felicidade consiste em darmos a vida pelos outros, procurando sempre estar em último lugar, cedendo o melhor para o outro.
Uma pergunta muito séria é esta, e precisamos respondê-la: estou buscando a autoridade fora de mim, pois dentro do coração nada há pelo fato de eu não estar servindo? Ou minha vida, pela simples atitude de serviço, faz com que eu saboreie a autoridade?
Pelo batismo recebemos essa autoridade e temos de colocá-la a serviço; caso contrário, precisamos buscar fora a autoridade que está em nós e que, nós, a qualquer custo, se preciso for, destruímos o outro para chegar a nossos objetivos.
Uma outra coisa muito séria é quanto ao fato de aceitarmos quem pensa diferente de nós. João e Tiago se enfureceram com aqueles que estavam profetizando em nome de Jesus, mas não O seguiam. ( conf. Lucas 9,46Somos, também, filhos do trovão; queremos que tudo esteja dentro do nosso monólogo; no qual pensamos que Deus vai fazer o que nós queremos e do jeito nosso.
João e Tiago queriam pôr fogo em tudo; na verdade, destruir e terminar sempre foi mais fácil nesta vida; para tudo. Difícil é virmos com novas ideias e projetos e delicadeza de pensamento. Destruir sempre foi mais fácil; difícil é vir com projetos claros.
Como é difícil conviver e amar aquelas pessoas que pensam diferente de nós, agem de forma diferente, comungam de ideias opostas às nossas! E, muitas vezes, em vez de fazermos dessas diferenças oportunidades de aprendermos e crescermos com elas, nos afastamos delas [pessoas que pensam diferente de nós] pelo preconceito e as rotulamos.
Que Deus Nosso Senhor nos dê a graça de nos colocarmos a serviço uns dos outros e de aceitarmos aquele que pensa, age e se porta diferente de nós.
Saiba a diferença entre votos válidos, nulos e brancos no boletim semanal da EJE
Por que os pais não conseguem impor limites aos filhos?
Diante desse cenário, comecei a meditar sobre qual seria a causa do ser humano ter dificuldades de viver dentro dos limites ou de cumprir o que lhe é imposto. Poderia analisar vários fatores, mas vou me deter nesta causa de suma importância: a falta de limites na educação dos filhos.
Na nossa infância, será que nos determinaram os limites necessários? Infelizmente, há muitos pais que estão criando “reis” e “rainhas” dentro de casa e se colocando como seus súditos, pois não têm tempo nem disposição para ditar as regras da casa, então quem manda são os filhos. Alguns fatores apontam as causas da falta de limites na educação das crianças de um modo geral, destacando os valores morais e religiosos que sumiram da sociedade moderna. Outro aspecto importante é a ausência dos pais na vida da criança, em virtude da carga horária dedicada ao trabalho, deixando a educação dela aos cuidados da escola, desde os primeiros momentos, nas creches e nas instituições educacionais. Esta omissão na educação gerou um sentimento de culpa nos pais, que, para compensar, acabam sendo permissivos em demasia com os seus filhos.
É de suma importância o “não” dos pais, assim o filho aprende que na vida nem sempre será feita a sua vontade e que ele precisa atingir a maturidade na idade adulta; caso contrário será uma eterna criança mimada. Aliás, existe por aí muita criança tentando educar crianças; quando surge um problema sério, esses pais querem fugir dele. Uma criança não sabe decidir com juízo, nem o que é melhor para ela. Nem tudo o que queremos é o melhor para nós. Lembro que o meu filho mais velho, ao chegar na adolescência, não queria mais ir à Santa Missa, querendo fazer “corpo mole”, colocando dificuldades ou procurando justificativas. Meu marido e eu decidimos e comunicamos a ele, com firmeza, que ele teria de ir todos os domingos, sem exceção. E embora fosse de cara amarrada, descontente, muitas vezes, ficando no último banco da igreja, o problema foi cortado pela raiz, antes que se transformasse numa situação trágica. Hoje, nos alegramos por ter um filho fiel a Deus e que trabalha para a construção de homens novos para um mundo novo, pois ele e a sua linda esposa são funcionários da Canção Nova, em Cachoeira Paulista, SP.
“Ensina à criança o caminho que ela deve seguir: mesmo quando envelhecer, dele não se há de afastar” (Pv 22,6). Não é fácil corrigir e dizer “não”, seria mais fácil e conveniente dizer sempre “sim”, pois quem diz “não” se expõe e, muitas vezes, atrai sobre si a ira do outro. Quem corrige, mesmo querendo o bem do outro, corre o risco de ser mal interpretado, contudo, demonstra um grande amor e cuidado com o outro. Só quem nos ama nos diz “não”. Para educar é preciso esforço, dedicação, perseverança, paciência…, sobretudo, amor. Quem nos ama, os que sinceramente se interessam por nós, não têm medo de nos dizer a verdade e de nos corrigir. Se você não consegue impor limites aos seus filhos, não desanime. É preciso tentar, começar, recomeçar… sempre é tempo de recomeçar! Confie em si mesmo, peça o Dom da Sabedoria ao Espírito Santo e mude, assumindo as responsabilidades e transmitindo os valores morais e religiosos aos seus filhos. Mais tarde eles vão lhe agradecer, tenha certeza.
